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Mantém excelentes relações

image3851Promoveram individualmente, como maçons, a criação de um Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite para que melhor instruísse os elementos constitutivos dos graus seguintes, remontando alguns ao século XIII. O seu espírito remonta a uma época muito antes do período judaico-cristão; a sua filosofia é muito anterior à Antiguidade greco-romana. A Grande Loja Nacional Portuguesa pratica a sua Maçonaria sem eliminar do seu método de trabalho nenhum dos símbolos e mantendo o maior escrúpulo na realização ritualizada do mesmo.

Mantém excelentes relações oficiais com mais de setenta Obediências maçónicas mundiais. Com estes Tratados mantém uma esfera de influência importante, a nível mundial, ao envolver-se na regularidade maçónica tradicional. A Grande Loja Nacional Portuguesa organiza também conferências e actos públicos de difusão maçónica e participa em iniciativas de interesse social, mas mantém uma grande discrição e não se compromete ou envolve, como Instituição, em temas ideológicos paralelos, deixando tais iniciativas ao livre arbítrio pessoal dos seus filiados.

A Grande Loja Nacional Portuguesa encontra-se sediada no solar aristocrático barroco setecentista do Palácio dos Condes de Vinhais, em Mirandela.

Esta Obediência é composta pelas seguintes Lojas: D. Afonso Henriques nº 1, Fraternidade nº.2, Mestre Hiram nº. 3, Liberdade nº. 4, Identidade nº. 5, Sabedoria nº. 6, S. Jorge nº. 7, Amizade nº. 8, Trabalho nº. 9, Fernando Pessoa nº. 10, S. Pedro nº. 11, Casa Real dos Pedreiros Livres da Luisitânia nº. 12, Santiago nº. 13, Iberia Fraternitas nº. 14, David nº. 15, Estrela do Oriente nº. 16, Coríntia nº. 17, Almeida Garrett nº. 18, Dómus nº. 19, Viriato nº. 20, Cavaleiros da Luz nº. 21, José Damião nº. 22,  além da Loja de Investigação Tomás Cabreira.

Integrando mais de 500 Obreiros e sendo uma das pricipais Obediências nacionais, trabalha nos três primeiros graus simbólicos do Rito Escocês Antigo e Aceite (1º grau, Aprendiz; 2º grau, Companheiro; 3º grau, Mestre Maçon).

Criou o Centro de Estudos Fernando Pessoa que promove e organiza colóquios e congressos, tendo realizado em Lisboa, no dia 25 de Março de 2006 o I Congresso Maçónico aberto ao público, numa Universidade e amplamente divulgado na comunicação social.