Em 2005 efectuaram as primeiras eleições

By | October 22, 2007

Em 2004 realizou-se no Porto e em Vila Real de Trás-os-Montes a IV reunião do Comité da Confederação das Grandes Lojas Unidas da Europa na presença de 450 maçons, oriundos da Grande Loja Nacional Portuguesa e de convidados de diversos países limítrofes e europeus. Esta cerimónia foi presidida pelo grão-mestre português Álvaro Carva, estando como Presidente da Confederação das Grandes Lojas Unidas da Europa, Jean-Claude Bousquet e que foi grão-mestre da Grande Loja da França. Foi, nessa data, criada por designers nacionais uma medalha comemorativa deste encontro.O seu dirigente nacional assume o título de Grão-Mestre, sendo o seu primeiro responsável máximo Álvaro Carva, para o mandato de 2000–2005.

Em 2005 efectuaram as primeiras eleições e em 2006 tomou posse como II Grão-Mestre e I Grão-Mestre Eleito, após votação favorável dos Mestres Maçons o seu anterior responsável – o Mestre Instalado Álvaro Carva, para o mandato 2006-2008. Que tomou posse em Lisboa, na presença de 250 Obreiros e de 18 delegações internacionais provenientes de todos os Continentes, tendo recebido o malhete – após ter circulado por todos os grão-mestres presentes – e que lhe foi directamente entregue pelo Presidente da Confederação das Grandes Lojas Unidas da Europa que vigorava nessa data: Bernard Bertry, past- grão-mestre da Grande Loja Tradicional e Simbólica – OPERA, que conta com 15 mil membros.

O grão-mestre é eleito pelos representantes Mestre Maçons, após sancionamento pelo Grande Conselho de Mestres e, exceptuando-se na Escandinávia e na Grã-Bretanha, onde o Rei é o presidente nato e vitalício, na Grande Loja Nacional Portuguesa o mandato é de dois anos e são promovidas eleições gerais. Não podendo o grão-mestre transgredir as normas internas e constitucionais ou regulamentares. Na Grande Loja Nacional Portuguesa os restantes Grandes Oficiais, com excepção do Grande Tesoureiro são escolhidos pelo grão-mestre após sancionamento por parte do Grande Conselho de Mestres e, nalgumas Obediências este Órgão de Estrutura pode assumir outros nomes: Grande Conselho, Conselho Federal, Grande Capítulo, Conselho de Curadores.

Na Grande Loja Nacional Portuguesa o Grande Tesoureiro é eleito de entre todos como norma reguladora e de separação clara entre a responsabilidade espiritual e a financeira. Desde 2000 que a Grande Loja Nacional Portuguesa tem renovado o mandato a José Prudêncio (2000-2005), (2006-2008) e, agora, para o mandato (2008-2010). O Grande Oficial e Grande Tesoureiro José Prudêncio é TOC e apresenta, tal como definem o Regulamento Geral, as contas da Obediência anualmente. Que têm de ser discutidas, avaliadas, inspeccionadas e aprovadas em Assembleia Geral de Grande Loja.

O Regulamento Geral da Grande Loja Nacional Portuguesa prevê após a primeira votação mandatos de dois em dois anos. Em conformidade, em 2008 procederam de novo às eleições e os Mestres Maçons decidiram indicar como III grão-mestre da Grande Loja Nacional Portuguesa, o Mestre Instalado Jorge Barata da Silva, de Tavira, para o mandato 2008-2010. Que tomou posse a 20 de Abril de 2008 na presença de 250 Obreiros, para além dos representantes das Lojas da Grande Loja e de 15 delegações internacionais na cidade do Porto.